
Comecei esse blog e deixei ele praticamente desabitado. Incompetência. E falta de tempo também. Mas devagar a gente conserta os erros.
Pra essa retomada resolvi falar de um tema que, de acordo com essa modernidade líquida, já está é ultrapassado. Mas ainda vale comentários. É a história da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. Não é lá um grande tema, mas indiretamente nos diz respeito também. Dentre o pessoal de jornalismo, a coisa ta bombando. O pessoal de publicidade também já está posicionando as opiniões. Então vamos também. A gente vive reclamando que o povo de Rádio e TV é excluído, pois vamos nos incluir.
Bem, na verdade não posso falar em nome do curso de Rádio e TV, nem em nome do DA, porque cada pessoa tem sua opinião. Então falo só por mim. E os comentários estão ali em baixo pra quem quiser. Se quiser fazer outro post discordando de tudo que eu falei, também ta valendo. É só dizer que eu ponho aqui.
Pois é, geralmente estou do lado do pessoal de jornalismo, mas dessa vez concordo com a maioria das opiniões que escutei dos publicitários. Acredito que como eles não têm obrigatoriamente que ter um diploma para exercer o cargo e mesmo assim têm lidado muito bem com o mercado, então acham que isso de ficar brigando por garantia à diplomado seja perda de tempo. O que me leva a pensar se fosse com o curso de Rádio e TV, que é bem menos reconhecido que publicidade. Poxa, acho que a gente não tem nem sindicato. Os radialistas têm, mas um que diga respeito exatamente aos profissionais gerados pelo curso de Rádio e TV não existe (me corrijam se eu estiver errado). Até porque não existem lá muitos formados em Rádio e TV no mercado. Não daria pra fazer um sindicato. E, aliás, como ia se chamar? Sindicato dos Radialistas e Televisistas? Estranho. Mas isso não vem ao caso.
Aconteceu mês passado um debate sobre isso na faculdade. E pensei que depois de ouvir uma jornalista falando sobre o assunto, eu mudaria de idéia. Acabei vendo um discurso efervescente e político, mas que não me esclareceu nada. E um publicitário que estava lá falou coisas que me chamaram bem mais atenção. Como por exemplo: “não seria essa preocupação com a obrigatoriedade do diploma uma forma do sindicato garantir mercado para os seus, e assim garantir também cargos a quem não tem competência pra exercê-los?” (o texto não foi exatamente esse, mas foi parecido). E quando escutei a resposta a essa pergunta, acabei me perdendo no discurso sobre quem estava mais presente na ditadura, os jornalistas ou os publicitários. Pareço estar sendo ignorante em relação às opiniões da jornalista, ela pode até se ofender, então que fique claro que não estou criticando a pessoa, só estou dizendo que o que ela falou não me convenceu.
Os profissionais que realizam nossos trabalhos são técnicos ou então formados em outros cursos. O nosso mercado ainda é meio que “terra de ninguém”. Desta forma, intensifico minha opinião em relação à obrigatoriedade do diploma. Também acho que nós temos é que nos preocupar em sermos bons profissionais. E só. Se um técnico tomar meu lugar no mercado de trabalho, é porque ele era mais competente. E seria errado eu tomar o lugar dele porque tenho um diploma. Ainda acho que a faculdade é que deve formar os melhores profissionais para o mercado, e que o diploma é prova da competência desse profissional. Mas se ele é bom mesmo, não precisa se preocupar em perder o cargo para um técnico.
Pra essa retomada resolvi falar de um tema que, de acordo com essa modernidade líquida, já está é ultrapassado. Mas ainda vale comentários. É a história da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. Não é lá um grande tema, mas indiretamente nos diz respeito também. Dentre o pessoal de jornalismo, a coisa ta bombando. O pessoal de publicidade também já está posicionando as opiniões. Então vamos também. A gente vive reclamando que o povo de Rádio e TV é excluído, pois vamos nos incluir.
Bem, na verdade não posso falar em nome do curso de Rádio e TV, nem em nome do DA, porque cada pessoa tem sua opinião. Então falo só por mim. E os comentários estão ali em baixo pra quem quiser. Se quiser fazer outro post discordando de tudo que eu falei, também ta valendo. É só dizer que eu ponho aqui.
Pois é, geralmente estou do lado do pessoal de jornalismo, mas dessa vez concordo com a maioria das opiniões que escutei dos publicitários. Acredito que como eles não têm obrigatoriamente que ter um diploma para exercer o cargo e mesmo assim têm lidado muito bem com o mercado, então acham que isso de ficar brigando por garantia à diplomado seja perda de tempo. O que me leva a pensar se fosse com o curso de Rádio e TV, que é bem menos reconhecido que publicidade. Poxa, acho que a gente não tem nem sindicato. Os radialistas têm, mas um que diga respeito exatamente aos profissionais gerados pelo curso de Rádio e TV não existe (me corrijam se eu estiver errado). Até porque não existem lá muitos formados em Rádio e TV no mercado. Não daria pra fazer um sindicato. E, aliás, como ia se chamar? Sindicato dos Radialistas e Televisistas? Estranho. Mas isso não vem ao caso.
Aconteceu mês passado um debate sobre isso na faculdade. E pensei que depois de ouvir uma jornalista falando sobre o assunto, eu mudaria de idéia. Acabei vendo um discurso efervescente e político, mas que não me esclareceu nada. E um publicitário que estava lá falou coisas que me chamaram bem mais atenção. Como por exemplo: “não seria essa preocupação com a obrigatoriedade do diploma uma forma do sindicato garantir mercado para os seus, e assim garantir também cargos a quem não tem competência pra exercê-los?” (o texto não foi exatamente esse, mas foi parecido). E quando escutei a resposta a essa pergunta, acabei me perdendo no discurso sobre quem estava mais presente na ditadura, os jornalistas ou os publicitários. Pareço estar sendo ignorante em relação às opiniões da jornalista, ela pode até se ofender, então que fique claro que não estou criticando a pessoa, só estou dizendo que o que ela falou não me convenceu.
Os profissionais que realizam nossos trabalhos são técnicos ou então formados em outros cursos. O nosso mercado ainda é meio que “terra de ninguém”. Desta forma, intensifico minha opinião em relação à obrigatoriedade do diploma. Também acho que nós temos é que nos preocupar em sermos bons profissionais. E só. Se um técnico tomar meu lugar no mercado de trabalho, é porque ele era mais competente. E seria errado eu tomar o lugar dele porque tenho um diploma. Ainda acho que a faculdade é que deve formar os melhores profissionais para o mercado, e que o diploma é prova da competência desse profissional. Mas se ele é bom mesmo, não precisa se preocupar em perder o cargo para um técnico.
